O impasse político nos Estados Unidos sobre o déficit do país somado à preocupação dos
investidores sobre a dívida da zona do euro pesaram nos mercados hoje. Mesmo que as eleições
na Espanha tenham tido o desfecho esperado, com o conservador Partido Popular impondo
uma derrota histórica aos socialistas do primeiro-ministro Jose Luis Zapatero, isso foi
insuficiente para acalmar os investidores. Os nervos continuam exaltados e o medo de um
colapso financeiro geral derrubou as bolsas em todo o mundo. O Ibovespa fechou com desvalorização
de 0,79% aos 56.284 pontos. Ainda por aqui, o exercício de contratos de opções
sobre ações movimentou na Bovespa, R$ 4,86 bilhões.
Nos EUA, as vendas de casas usadas avançaram 1,42% em outubro, ante o mês anterior. O
indicador Existing Home Sales mostrou que as vendas atingiram 4,97 milhões de casas, número
maior do que o esperado por analistas (4,85 milhões).
Na Europa, a crise de dívida continuou gerando receios. Hoje, embora tenha afirmado que
não vê riscos para a classificação AAA da França, a Moody's afirmou que a perspectiva estável
do rating do país é menos segura. Segundo a agência, a perspectiva para o crescimento
econômico e a crise de confiança na zona do euro são "fatores de risco importantes" para a
França.
No Brasil, o mercado financeiro reviu ligeiramente para baixo sua previsão para a inflação
em 2012, ao mesmo tempo em que manteve a de 2011, mostrou o relatório Focus do Banco
Central. De acordo com o documento, a estimativa para a alta do Índice de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA) em 2012 caiu para 5,55%, ante 5,56% na semana anterior. Para 2011,
o prognóstico permaneceu em 6,48%.
No mercado corporativo, destaque de queda para as ações da CSN. Durante toda a manhã a
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) disputou com a BM&FBovespa a liderança das quedas
do Ibovespa. Na sexta-feira, após o fechamento do mercado, a empresa informou que aumentou
sua participação no capital social da Usiminas, por meio de aquisições de ações preferenciais
e ações ordinárias, passando a deter 20,14% das preferenciais e 11,66% das ações
ordinárias da Usiminas.
investidores sobre a dívida da zona do euro pesaram nos mercados hoje. Mesmo que as eleições
na Espanha tenham tido o desfecho esperado, com o conservador Partido Popular impondo
uma derrota histórica aos socialistas do primeiro-ministro Jose Luis Zapatero, isso foi
insuficiente para acalmar os investidores. Os nervos continuam exaltados e o medo de um
colapso financeiro geral derrubou as bolsas em todo o mundo. O Ibovespa fechou com desvalorização
de 0,79% aos 56.284 pontos. Ainda por aqui, o exercício de contratos de opções
sobre ações movimentou na Bovespa, R$ 4,86 bilhões.
Nos EUA, as vendas de casas usadas avançaram 1,42% em outubro, ante o mês anterior. O
indicador Existing Home Sales mostrou que as vendas atingiram 4,97 milhões de casas, número
maior do que o esperado por analistas (4,85 milhões).
Na Europa, a crise de dívida continuou gerando receios. Hoje, embora tenha afirmado que
não vê riscos para a classificação AAA da França, a Moody's afirmou que a perspectiva estável
do rating do país é menos segura. Segundo a agência, a perspectiva para o crescimento
econômico e a crise de confiança na zona do euro são "fatores de risco importantes" para a
França.
No Brasil, o mercado financeiro reviu ligeiramente para baixo sua previsão para a inflação
em 2012, ao mesmo tempo em que manteve a de 2011, mostrou o relatório Focus do Banco
Central. De acordo com o documento, a estimativa para a alta do Índice de Preços ao Consumidor
Amplo (IPCA) em 2012 caiu para 5,55%, ante 5,56% na semana anterior. Para 2011,
o prognóstico permaneceu em 6,48%.
No mercado corporativo, destaque de queda para as ações da CSN. Durante toda a manhã a
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) disputou com a BM&FBovespa a liderança das quedas
do Ibovespa. Na sexta-feira, após o fechamento do mercado, a empresa informou que aumentou
sua participação no capital social da Usiminas, por meio de aquisições de ações preferenciais
e ações ordinárias, passando a deter 20,14% das preferenciais e 11,66% das ações
ordinárias da Usiminas.
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