Na semana passada, a Itália viu o juro de seus bônus de 10 anos passar de 7%, diante do
ceticismo do investidor sobre se o país seria capaz de sustentar um encargo da dívida maior.
Uma ajuda de 600 bilhões de euros permitiria à administração do primeiro-ministro Mario
Monti ficar fora dos mercados de capitais por 12 meses a 18 meses enquanto implementa
um aperto fiscal e busca reconquistar a confiança dos detentores de bônus. Porém, o Fundo
Monetário Internacional (FMI) negou que estaria discutindo um pacote de resgate com a
Itália e o Japão indicou que não houve tais conversas dentro do G-7. O Fundo, que participa
do socorro à Grécia, Irlanda e Portugal, tem cerca de US$ 390 bilhões disponíveis para empréstimos,
conforme dados de meados deste mês. Segundo o jornal italiano La Stampa, o
FMI teria várias opções para ampliar seu poder, incluindo uma coordenação com o Banco
Central Europeu (BCE).
Na Ásia, os investidores continuam atentos a qualquer desdobramento da crise da dívida
europeia e levaram em conta nesta segunda-feira o movimento no varejo dos Estados Unidos
e as oscilações das ações de empresas ligadas a matérias-primas. Em Tóquio, o Nikkei
225 subiu 1,56%, para 8.287,49 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, avançou 1,97%, somando
18.037,81 pontos. O Kospi, de Seul, terminou aos 1.815,28 pontos, com elevação de
2,19%. Em Xangai, o Shanghai Composite aumentou 0,12%, para 2.383,03 pontos.
Dentro da agenda para a última semana de novembro, os investidores deverão ficar atentos
à divulgação do Livro Bege do Fed e o relatório de emprego nos Estados Unidos.
Por aqui, as atenções se voltam para a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) que
definirá a taxa básica de juro do País, atualmente em 11,50% ao ano. Os investidores também
receberão o resultado mensal de importantes índices de preços.
Hoje, nos EUA, sai o New Home Sales, índice que mostra o número de casas novas com
compromisso de venda realizado durante o mês de outubro.
ceticismo do investidor sobre se o país seria capaz de sustentar um encargo da dívida maior.
Uma ajuda de 600 bilhões de euros permitiria à administração do primeiro-ministro Mario
Monti ficar fora dos mercados de capitais por 12 meses a 18 meses enquanto implementa
um aperto fiscal e busca reconquistar a confiança dos detentores de bônus. Porém, o Fundo
Monetário Internacional (FMI) negou que estaria discutindo um pacote de resgate com a
Itália e o Japão indicou que não houve tais conversas dentro do G-7. O Fundo, que participa
do socorro à Grécia, Irlanda e Portugal, tem cerca de US$ 390 bilhões disponíveis para empréstimos,
conforme dados de meados deste mês. Segundo o jornal italiano La Stampa, o
FMI teria várias opções para ampliar seu poder, incluindo uma coordenação com o Banco
Central Europeu (BCE).
Na Ásia, os investidores continuam atentos a qualquer desdobramento da crise da dívida
europeia e levaram em conta nesta segunda-feira o movimento no varejo dos Estados Unidos
e as oscilações das ações de empresas ligadas a matérias-primas. Em Tóquio, o Nikkei
225 subiu 1,56%, para 8.287,49 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, avançou 1,97%, somando
18.037,81 pontos. O Kospi, de Seul, terminou aos 1.815,28 pontos, com elevação de
2,19%. Em Xangai, o Shanghai Composite aumentou 0,12%, para 2.383,03 pontos.
Dentro da agenda para a última semana de novembro, os investidores deverão ficar atentos
à divulgação do Livro Bege do Fed e o relatório de emprego nos Estados Unidos.
Por aqui, as atenções se voltam para a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) que
definirá a taxa básica de juro do País, atualmente em 11,50% ao ano. Os investidores também
receberão o resultado mensal de importantes índices de preços.
Hoje, nos EUA, sai o New Home Sales, índice que mostra o número de casas novas com
compromisso de venda realizado durante o mês de outubro.
Presidente da Bolsa de Tóquio, Atsushi Saito (E) cumprimenta Michio Yoneda, presidente da Bolsa de Osaka (Foto: AFP)
Manifestante relaxa sobre carro da política nesta terça-feira (15) durante desocupação em Manhattan (Foto: AFP)
Manifestantes protestam durante a desocupação na madrugada desta terça-feira (15) em Nova York (Foto: AP)
Manifestantes abraçam-se durante a desocupação (Foto: AP)