Entre os dias 25 e 27 de novembro acontece no Autódromo de
Interlagos, em São Paulo, o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1. O evento,
que movimentou cerca de R$ 250 milhões no ano passado, é considerado um
dos melhores momentos para o turismo e a economia paulistana.
Pesquisa
realizada no GP de 2010, pelo Observatório do Turismo, mostra que ano
passado a corrida atraiu 68 mil visitantes, com permanência média de 3,1
dias na cidade. Em média, eles gastaram R$ 1.779,42 no período.
A predominância é dos homens, que corresponderam a 79,4% dos visitantes, contra 20,6% das mulheres.
Mais
de 32% dos visitantes tinham idade de 30 a 39 anos, enquanto 24,9%
tinham idade entre 40 e 49 anos. A renda predominante, com 25,5%, é de
quem recebe acima de 25 salários mínimos. Um pouco atrás, vem a parcela
de pessoas com renda entre cinco e 10 salários mínimos, que
representavam 24,4%.
Em relação aos passeios, 38,4% dos
entrevistados procuraram por lazer, 25,3%, por gastronomia, 20,2%, por
compras e 10,6%, por vida noturna.
De onde são?
Dos
visitantes, 60% residiam em São Paulo, enquanto 18,2% eram da região
metropolitana, 10,9% de outros estados, 7,3% de outros municípios
paulistas e 3,6% eram estrangeiros.
As principais cidades do
estado de São Paulo que enviaram visitantes ao GP de F1 em 2010 foram
Campinas, Jundiaí, Atibaia e São Bernardo do Campo.
Dos outros estados, a maioria dos visitantes era de Minas Gerais, Bahia, Distrito Federal e Santa Catarina.
Entre os estrangeiros, a maioria morava na Argentina, Chile, Inglaterra, Equador e México.
Avaliação da cidade
Os
entrevistados também deram sua nota em relação aos serviços utilizados
na cidade de São Paulo. A maioria dos serviços analisados foram
classificadas como muito boas, sendo eles: transporte público (35,1%),
táxi (33,5%), centrais de informação turística (39%), sensação de
segurança (30,5%), hospitalidade (39,1%) e sinalização turística
(42,6%).
Dos 11 serviços pesquisados, quatro tiveram nota
excelente. São eles: hospedagem (37,9%), cultura e entretenimento
(53,7%), gastronomia (66,1%) e compras (70,7%). Já a pior nota foi da
limpeza urbana, considerada boa por 35,5% dos entrevistados.
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