Foi a primeira emissão desde que o Banco Central Europeu (BCE) começou a comprar títulos de dívida italiana para contrariar a escalada dos juros do país.
Na maturidade a cerca de 10 anos a taxa média ponderada fixou-se em 5,22%, abaixo dos 5,77% pagos na operação equivalente concretizada em Julho e que assustou os mercados por ser o juro mais elevado em 11 anos. Neste prazo foram emitidos 3,75 mil milhões de euros e a procura superou a oferta em 1,27 vezes.
Em termos globais, o Estado italiano financiou-se em 7,7 mil milhões de euros. O montante indicativo oscilava entre 6 e 8 mil milhões. As ordens de compra ascenderam a 10,4 mil milhões.
No rescaldo da emissão a ‘yield' a 10 anos das obrigações italianas agravou-se em seis pontos base para 5,14%. No prazo a dois anos a taxa subiu três pontos para 3,44aliano colocou hoje no mercado primário 7,7 mil milhões de euros em obrigações com maturidades em 2014, 2018 e 2022.
Foi a primeira emissão desde que o Banco Central Europeu (BCE) começou a comprar títulos de dívida italiana para contrariar a escalada dos juros do país.
Na maturidade a cerca de 10 anos a taxa média ponderada fixou-se em 5,22%, abaixo dos 5,77% pagos na operação equivalente concretizada em Julho e que assustou os mercados por ser o juro mais elevado em 11 anos. Neste prazo foram emitidos 3,75 mil milhões de euros e a procura superou a oferta em 1,27 vezes.
Em termos globais, o Estado italiano financiou-se em 7,7 mil milhões de euros. O montante indicativo oscilava entre 6 e 8 mil milhões. As ordens de compra ascenderam a 10,4 mil milhões.
No rescaldo da emissão a ‘yield' a 10 anos das obrigações italianas agravou-se em seis pontos base para 5,14%. No prazo a dois anos a taxa subiu três pontos para 3,44%.
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