sábado, 27 de agosto de 2011

DESTAQUES DO DIA

A criação de vagas de emprego nos EUA acima do esperado em março animou a rodada de negócios deste
primeiro de abril. Sem pegadinhas, os investidores aproveitaram o ambiente favorável e foram às compras. Na
Europa, as bolsas fecharam no maior patamar em mais de três semanas. Nos EUA, os índices acionários ficaram
no azul. No Brasil, o Ibovespa acompanhou o entusiasmo e também acabou no campo positivo.
Os EUA brindaram os investidores com o seu "Payroll". O mercado de trabalho norte-americano criou 216 mil
vagas de trabalho em março, refletindo oferta de 230 mil novos postos pelo setor privado. O setor privado responde
por cerca de 70% do trabalho oferecido nos EUA. O número de vagas criadas em março superou a previsão
dos economistas que esperam um aumento, em média, de 195 mil novos postos.
Ainda em terras americanas, a entidade privada ISM (Instituto de Gestão de Fornecimento, na sigla em inglês)
reportou expansão do setor manufatureiro em março. O índice ISM para o setor teve uma leitura de 61,2 pontos
em março ante 61,4 em fevereiro. Pela metodologia, qualquer leitura acima de 50 pontos indica aumento do
nível de atividade.
Azedando um pouco, a agência de rating Fitch rebaixou a nota de crédito de Portugal em três degraus, afirmando
que é pouco provável que o país receba apoio externo durante a campanha eleitoral. Portugal tem agora a
nota BBB-, a mais baixa de grau de investimento do sistema Fitch.
No Brasil, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,552 bilhão em março. No mês, as exportações somaram
US$ 19,286 bilhões, com média diária de US$ 918,4 milhões, enquanto as importações chegaram a US$
17,734 bilhões, com média de US$ 844,5 milhões.
E o IBGE, apontou um crescimento de 1,9% para a produção industrial em fevereiro. A expansão em fevereiro é
a maior desde março de 2010 (3,5%).
No mercado corporativo, as ações da Vale continuam repercutindo o noticiário em torno de mudanças no comando
da mineradora. Ontem à noite, a Vale iniciou formalmente o processo de sucessão de seu diretorpresidente,
Roger Agnelli, ao anunciar a contratação de uma empresa de seleção de executivos (headhunter)
para selecionar um substituto para o cargo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário