Uma dose de otimismo, mais uma dose de cautela, resultado: um dia bem tranquilo! Os
leilões bem-sucedidos de bônus de França e Espanha contribuíram com a dose do otimismo.
Além disso, dados americanos melhores que o previsto deram uma ajudinha. Por outro
lado, a cautela persiste com investidores à espera do resultado das negociações da Grécia
com os credores privados. Lá fora, as bolsas fecharam com altas. Por aqui, depois da decisão
do Copom que cortou a Selic em meio ponto porcentual, conforme era esperado, o Ibovespa
conseguiu manter o ritmo dos últimos pregões e fechou com alta de 0,33% aos
61.926 pontos.
A Espanha e a França, que tiveram seus ratings rebaixados pela Standard & Poor's na semana
passada, pagaram menos do que em leilões anteriores para vender bônus de longo
prazo nesta manhã. Os bons resultados foram ajudados pela notícia, ontem, de que o Fundo
Monetário Internacional (FMI) pode ampliar seus recursos em US$ 500 bilhões de euros,
para combater a crise na Europa, apesar do tesouro americano ter avisado que os países
europeus devem enfrentar a crise com os seus próprios recursos. A Espanha vendeu €
6,609 bilhões em bônus e a França € 7,965 bilhões. Outra notícia positiva vinda da Europa,
foi a queda no déficit em conta corrente da zona do euro, que caiu para 1,8 bilhão de euros
em novembro do ano passado, de 6,6 bilhões de euros no mês anterior.
Entretanto, os investidores aguardam ansiosos um acordo entre a Grécia e seus credores
privados para um desconto (haircut) no valor dos bônus gregos. Segundo fontes da União
Europeia, o Instituto Internacional de Finanças (IIF), que representa os bancos, fez uma
proposta para que os novos bônus que a Grécia vai oferecer em troca dos títulos antigos
tenham cupom (juro nominal) inicial abaixo de 4%, subindo a cada dois anos.
Nos EUA, uma bateria de indicadores divulgados hoje, mostraram dados mistos. O Índice
de Preços ao Consumidor (CPI) ficou estável em Dezembro, abaixo do estimado pelo mercado
(+0,1%). No mês anterior, o indicador também ficou estável. Por sua vez, o Núcleo
do CPI teve alta de 0,1%, em linha com as expectativas do mercado. No caso dos novos
pedidos de auxílio-desemprego, o indicador veio melhor do que o esperado pelo mercado,
queda de 50 mil. Por fim, o número de casas em início de construção caiu 4,1% em dezembro
e ficou abaixo do esperado (+0,6%). O setor da construção civil ainda não conseguiu
se recuperar depois da crise do subprime.
leilões bem-sucedidos de bônus de França e Espanha contribuíram com a dose do otimismo.
Além disso, dados americanos melhores que o previsto deram uma ajudinha. Por outro
lado, a cautela persiste com investidores à espera do resultado das negociações da Grécia
com os credores privados. Lá fora, as bolsas fecharam com altas. Por aqui, depois da decisão
do Copom que cortou a Selic em meio ponto porcentual, conforme era esperado, o Ibovespa
conseguiu manter o ritmo dos últimos pregões e fechou com alta de 0,33% aos
61.926 pontos.
A Espanha e a França, que tiveram seus ratings rebaixados pela Standard & Poor's na semana
passada, pagaram menos do que em leilões anteriores para vender bônus de longo
prazo nesta manhã. Os bons resultados foram ajudados pela notícia, ontem, de que o Fundo
Monetário Internacional (FMI) pode ampliar seus recursos em US$ 500 bilhões de euros,
para combater a crise na Europa, apesar do tesouro americano ter avisado que os países
europeus devem enfrentar a crise com os seus próprios recursos. A Espanha vendeu €
6,609 bilhões em bônus e a França € 7,965 bilhões. Outra notícia positiva vinda da Europa,
foi a queda no déficit em conta corrente da zona do euro, que caiu para 1,8 bilhão de euros
em novembro do ano passado, de 6,6 bilhões de euros no mês anterior.
Entretanto, os investidores aguardam ansiosos um acordo entre a Grécia e seus credores
privados para um desconto (haircut) no valor dos bônus gregos. Segundo fontes da União
Europeia, o Instituto Internacional de Finanças (IIF), que representa os bancos, fez uma
proposta para que os novos bônus que a Grécia vai oferecer em troca dos títulos antigos
tenham cupom (juro nominal) inicial abaixo de 4%, subindo a cada dois anos.
Nos EUA, uma bateria de indicadores divulgados hoje, mostraram dados mistos. O Índice
de Preços ao Consumidor (CPI) ficou estável em Dezembro, abaixo do estimado pelo mercado
(+0,1%). No mês anterior, o indicador também ficou estável. Por sua vez, o Núcleo
do CPI teve alta de 0,1%, em linha com as expectativas do mercado. No caso dos novos
pedidos de auxílio-desemprego, o indicador veio melhor do que o esperado pelo mercado,
queda de 50 mil. Por fim, o número de casas em início de construção caiu 4,1% em dezembro
e ficou abaixo do esperado (+0,6%). O setor da construção civil ainda não conseguiu
se recuperar depois da crise do subprime.
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