O preço do petróleo caiu mais de US$ 2 em Londres nesta segunda-feira (5) em linha com o temor que afligiu os mercados na Europa. Também pesou o movimento no câmbio e o receio de uma nova recessão nos Estados Unidos.
Em Londres, o Brent para outubro caiu US$ 2,28, para US$ 110,08 o barril. Em Nova York, não houve pregão em função do feriado do Dia do Trabalho.
Os mercados operaram no vermelho nesta segunda-feira em meio às turbulências da crise da dívida soberana na Europa. Entre as notícias, o partido da chanceler alemã Angela Merkel sofreu uma derrota política na eleição de Mecklenburg-Pomerânia Ocidental, o que pode prejudicar um socorro à Grécia.
Também pela Europa, há o temor de rebaixamento do rating da Itália. A agência de classificação de risco Moody's informou que mantém a nota do país em análise.
Ainda nesta segunda-feira o Japão informou que vai aumentar os estoques de emergência de gasolina como forma de acelerar a distribuição de ajuda após grandes desastres, de acordo com o diário Nikkei.
Atualmente, o petróleo bruto representa mais de 99% das reservas do país. A mudança na composição das reservas ocorre à luz da escassez de gasolina e outros combustíveis no nordeste do Japão, assim como na região metropolitana da grande Tóquio, após o terremoto e tsunami de 11 de março.
O governo japonês pretende aumentar o porcentual de produtos refinados, incluindo querosene e diesel, para ao redor de 5% e manter estoques suficientes para três a sete dias de consumo em cada região.
Em Londres, o Brent para outubro caiu US$ 2,28, para US$ 110,08 o barril. Em Nova York, não houve pregão em função do feriado do Dia do Trabalho.
Os mercados operaram no vermelho nesta segunda-feira em meio às turbulências da crise da dívida soberana na Europa. Entre as notícias, o partido da chanceler alemã Angela Merkel sofreu uma derrota política na eleição de Mecklenburg-Pomerânia Ocidental, o que pode prejudicar um socorro à Grécia.
Também pela Europa, há o temor de rebaixamento do rating da Itália. A agência de classificação de risco Moody's informou que mantém a nota do país em análise.
Ainda nesta segunda-feira o Japão informou que vai aumentar os estoques de emergência de gasolina como forma de acelerar a distribuição de ajuda após grandes desastres, de acordo com o diário Nikkei.
Atualmente, o petróleo bruto representa mais de 99% das reservas do país. A mudança na composição das reservas ocorre à luz da escassez de gasolina e outros combustíveis no nordeste do Japão, assim como na região metropolitana da grande Tóquio, após o terremoto e tsunami de 11 de março.
O governo japonês pretende aumentar o porcentual de produtos refinados, incluindo querosene e diesel, para ao redor de 5% e manter estoques suficientes para três a sete dias de consumo em cada região.
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